Europa – Dia 2

Vamos lá para a continuação da minha viagem que eu to gostando das respostas que recebo, o retorno de vocês é o que me empolga a escrever, já que não ganho nada com isso aqui. Nesse segundo dia foi a visita a Florença, que para mim foi também a confirmação de que Assassin’s Creed é um jogo excepcional por cobrir aquela cidade com tantos detalhes. Também contarei porque devemos confiar em nós mesmos quando temos que nos localizar em uma cidade desconhecida. Coitada daquela indiana…

Esse texto faz parte de uma série, o texto anterior e o índice se encontram nos respectivos links.

Nesse segundo dia acordei morto, pois como o ônibus que nos levaria a Florença sairia às 8hs, eu precisaria acordar às 7hs, mas tinha ido dormir às 3hs. Acordei e chamei meu tio, assim eu poderia dormir mais alguns minutinhos enquanto ele se arrumava, mas ele não se levantou e eu fui mesmo assim, isso se repetiu durante toda a viagem, sempre eu acordando, me arrumando e chamando ele.

Fomos para o restaurante tomar o café da manhã e com o que já tinha visto e mais aquilo que vi pude confirmar que italianos sabem comer. Eram pães deliciosos, ovos mexidos, fatias de bacon, tortas, sucos naturais e potinhos de Nutella como aqueles que tem de manteiga e isso foi só o que eu comi naquele dia, tinham também cereais, frutas, bolos e uma máquina de café. Claro que não iria para a Itália e deixaria de tomar capuccino no café da manhã para tomar um café de máquina, por isso logo que um dos atendentes me ofereceu um eu pedi dois, sendo um para o meu tio, mas caso ele não quisesse eu tomaria e não nego.

Depois dessa farta refeição meu tio e eu fomos esperar o restante do grupo e o ônibus no saguão do hotel, nesse momento percebi que o jardim dos fundos do hotel era muito bonito e que eu precisava fazer um panorama dele. Me levantei e fui em direção à porta, mas ela não possuía maçaneta e fiquei analisando ela por alguns segundos. Percebi que aquela barra vermelha no meio da porta devia ser a única maneira de abrí-la e pensei que ela não estaria trancada, mesmo sem ninguém no jardim, portanto eu deveria puxá-la. Puxei, mas a porta não abriu, então só me sobrava empurrar a porta. Empurrei, mas ela também não abriu. Nesse ponto eu já estava com raiva da porta não abrir e não possuir nenhuma sinalização de como se utilizava ela e fiquei alguns segundos empurrando e puxando a porta repetidamente, mas nada dela abrir. Assumi a minha derrota e fiz o panorama do lado de dentro do saguão mesmo.

Panorama do jardim aos fundos do hotel. Era muito bacana ficar lá esperando o tempo passar.

Após eu me sentar novamente passou um homem falando ao celular e empurrou a barra vermelha na porta, fazendo-a abrir facilmente. Lógico que devo ter feito algo errado e não faço ideia do que foi, mas aposto que nenhum outro brasileiro que estava no saguão sabia também e todos estava reparando como eu faria para abrir, já que ninguém nem riu do meu sacrifício na tentativa de abrí-la.

Quando pegamos a estrada a primeira coisa que eu reparei foi em placas gigantescas em alguns pontos da estrada, algumas de metal, outras de vidro, perguntei para a agente de viagens a utilidade daquilo e a resposta que tive é que servia para impedir o vento de alcançar os carros, ao menos essa era a função das similares encontradas nos Estados Unidos. No dia seguinte eu descobri que aquilo serve de isolamento acústico para as casas nas redondezas da rodovia e que as de vidro estavam presentes nos locais onde se tinha algo a ser visto.

Montanhas Appennini e seus vilarejos.

Outra coisa que reparei foi na ausência de muita inclinação da pista, sempre existiam túneis e pontes para atravessar as montanhas Appennini, o que facilitava muito a vida de caminhoneiros e dos outros viajantes, pois ninguém precisa subir um morro a 20km/h. A estrada era um tapete e muito bem sinalizada, era privatizada também, mas para andar naquelas condições eu pagaria tranquilamente se removessem o IPVA. Algo que me impressionou foi que até as estradinhas para as fazendinhas eram asfaltadas. Por isso que nesses países se pode comprar um carro com mais de 100 mil quilômetros rodados tranquilamente, tudo é muito bem conservado.

Ponte ferroviária em construção entre Bolonha e Florença.

Chegando em Florença já reparei em torres como as encontradas em Assassin’s Creed II, acho melhor parar com essas comparações, se não ficarei somente com isso, vejam as fotos e comparem vocês mesmos. Haviam vários ônibus de turismo na cidade, eles vinham dos mais diferentes países da União Européia e a cidade estava bem cheia.

De cara a guia nos alertou que se algo falsificado fosse comprado e a polícia pegasse, a multa aplicada seria de €10000, por isso deveríamos tomar cuidado com as barraquinhas já que os policiais não multam os comerciantes e sim os compradores, nessa hora começa a passar um grupo de turistas perto do nosso, automaticamente comecei a reparar nas garotinhas, elas eram impossíveis de não serem reparadas e no momento que pensei “PQP, quanta mulher bonita…” reparei também que aquele grupo falava alemão, tinha que ser… Preciso arranjar um emprego na Alemanha…

Passamos por várias construções seculares, algumas milenares, conhecemos a história da cidade, a história dos Médici, vimos o local onde se encontra a estátua de Davi feita por Michelangelo, entre outras coisas. Falando em Michelangelo, Rafael, Donatello e Leonardo também eram citados repetidas vezes, o que não me deixava parar de lembrar das Tartarugas Ninja. Visitamos também a Piazza di Santa Croce, que tem esse nome por conta da igreja da praça. A igreja de Santa Croce é onde estão os restos mortais de Michelangelo, Galileu Galilei, Machiavelli entre outros cidadãos notáveis de Florença e Itália. Infelizmente a estátua de Dante estava em reforma e não pude vislumbrá-la.

Santa Croce

Piazza di Santa Croce

O contraste das construções é muito interessante. Igreja gótica, castelo medieval, prédios relativamente modernos, camelô...

Tô vendo que esse post terá muitas fotos, mas isso é bom. Continuando, saindo de lá fomos para a Piazza della Signoria, onde se encontra o Palazzo Vecchio e várias estátuas feitas já com o intuito de embelezar a cidade. Zeus, Hércules, Perseu, Apollo, todos possuem representações naquele lugar, principalmente na Loggia dei Lanzi, um local com várias estátuas em mármore e uma em bronze, que levou nove anos para ser terminada por ter sido utilizada somente uma peça do metal.

Panorama vagabundo da Piazza dela Signoria. Ao centro o Palácio com a Torre di Arnolfo e a Loggia dei Lanzi à direita.

Loggia dei Lanzi em destaque.

Saindo da Piazza della Signoria fomos para a Galleria degli Uffizi, onde se encontra um museu e várias estátuas dos italianos mais importantes da história, infelizmente não tirei nenhuma foto, pois não queria que os artistas de rua presentes alí achassem que eu estava tirando fotos deles e viessem cobrar depois, mas posso garantir que é um local bonito.

Passamos depois pela Ponte Vecchio, uma ponte construída ainda no império romano, que já foi destruída e reconstruída na Idade Média e durante a Segunda Guerra não foi danificada, acredita-se que por uma ordem de Hitler. Passamos também por um prédio que em 1993 sofreu um atentado com carro bomba da máfia e foi parcialmente demolido na Via dei Giorgofili. É interessante perceber que, mesmo com o prédio reconstruído, a palavra “máfia” não se encontra na placa de informação sobre o atentado.

Pintura da Florença do século XVI.

Ponte Vecchio e suas lojas.

A parte da direita foi a parte demolida. Infelizmente a foto que tirei em posição melhor ficou borrada.

Nenhuma menção a máfia ou à maneira como o prédio foi derrubado.

Chegamos na Basílica di Santa Maria del Fiore, também conhecida por Duomo, uma das maiores igrejas do mundo e naquela praça sim eu vi mulher bonita, a maioria falava alemão, acho que nunca fiquei perto de tanta mulher bonita na minha vida e acho que pra chegar perto disso de novo só voltando pra lá. Era muita mulher bonita. Só de lembrar já dá saudade… Naquela praça também se encontra a estátua de Davi, mas eu não tive muita vontade de pegar uma fila para ver uma estátua de um cara pelado e ir embora, não importa quantos anos ela tem. O interessante é que o domo da basílica foi construído sem usar escoras, apenas um tijolo encostado no outro, seu construtor não contou para ninguém o segredo e destruiu todos os registros da construção para evitar que o estilo fosse copiado, tornando Santa Maria del Fiore uma igreja única no mundo.

Mais um panorama porco. Dessa vez de Santa Maria del Fiore, mostrando o domo e o campanário.

Local onde se realizavam os batismos antigamente.

Alí o passeio guiado acabou e fomos almoçar, o nome do local era Buca Niccolini e o lema era “Make food, not war”, olha, isso eles faziam muito bem. Como diriam meus amigos daqui de Goiânia, comi alí como uma criança da Somália comeria. Mais tipos variados de salames, macarrão, filé fatiado, nem lembro mais o que de sobremesa, pães, queijos, vinho e água, tudo por €30 e valeu muito a pena, somente em me lembrar já sinto fome e vontade de comer aquilo novamente. Acho que em nenhum outro lugar da Itália eu comi tão bem quanto aquele dia, após comer lá eu posso dizer que a comida italiana é a melhor que já tive oportunidade de provar, gosto muito da nossa feijoada, do feijão tropeiro, da galinhada com pequi, mas nenhuma dessas se equipara aos banquetes que tive na Itália, principalmente ao do Buca Niccolini. Depois dessa eu vou até fazer um lanche aqui…

Buca Niccolini, mais um ótimo restaurante subterrâneo.

Meu tio aparentemente não domina a técnica de comer pão e beber água enquanto se toma vinho ou qualquer outra bebida, então ele pedia sempre um refrigerante onde comíamos. No Buca Niccolini eu decidi olhar o preço de um refrigerante, já que todos falavam que era muito caro, pois o preço é absurdo mesmo, a latinha de Pepsi foi €4 sendo que uma garrafa de vinho custava €9, ou seja, meu tio pagou o vinho e o refrigerante enquanto eu só paguei o preço combinado e bebi a parte dele do vinho.

Quando chegou a hora de servir o prato principal a garçonete trouxe pratos para todos, exceto para um cara da nossa mesa, mas quando o dele veio tinha mais carne que o das outras pessoas, todos na mesa começaram a dizer pro cara que era pra ele ir lá conversar que ela tava a fim, essas brincadeiras que sempre acontecem, e o rapaz disse que ele iria falar quando ela retirasse os pratos. De repente aparece um garçom e começa a retirar os pratos, nisso um dos vizinhos de cadeira do alvo das zoações disse para o garçom que não era para ele retirar, que quem iria era a garçonete que nos atendeu a refeição inteira, pois o ragazzo alí queria falar com ela, o garçom deixou os pratos, mas obviamente nada foi conversado com a garçonete.

Por ter muitos turistas na cidade acabei fazendo contato, mesmo que mínimo, com outros povos. Lá tinham ingleses, americanos, franceses, espanhóis, indianos, coreanos, alemães, austríacos e, quem diria, até brasileiros. Era interessante comparar o jeito das pessoas se portarem, a maneira como os grupos se organizavam, o jeito que conversavam e, quando era possível, o que era conversado.

Saímos do restaurante e foi hora das compras. Primeiro passei em uma lojinha de souvenirs que ficava em frente ao restaurante comprar postais e outras coisas para os amigos, família e mim mesmo. Depois meu tio decidiu comprar um vestido para uma das minhas primas, onde fomos muito bem atendidos por uma romena, tentei falar para ela que tive uma professora de alemão que era romena também, mas duvido que alguém que tivesse entendido o que eu falei ficaria com aquela expressão. Passei numa loja da Disney para comprar algo para o meu irmão, onde a mulher preferiu me atender em inglês mesmo, o inglês dela era muito bem, o melhor que eu vi na Itália, nem sotaque tinha. Incrível.

Santa Maria del Fiore, a torre do campanário e o local dos batismos.

Após dar uma volta por Santa Maria del Fiore meu tio decidiu voltar para a Piazza della Signoria, o problema é que não lembrávamos o caminho certo. Eu lembrava o rumo, mas não me lembrava qual rua tomar, meu tio não se lembrava de nada, disse que era por uma direção que eu sabia ser a errada e seguiu, segui também, é melhor nos perdermos juntos, né? Como esperado por mim, nos perdemos, a confirmação veio quando chegamos em frente a um monumento não visto antes e próximo ao rio, mas nem tudo estava perdido, do nosso lado havia uma indiana com um mapa e lá fui eu pedir ele emprestado. Parei em frente dela e sorri, ela já me olhou estranho de cara, pensei na melhor maneira de pedir aquilo emprestado e decidi que seria em inglês.

– The map. The map, please. – eu repetia enquanto apontava para o mapa e fechava as mãos a minha frente em sinal de pedido.

Ela continuava a me olhar desconfiada.

– The map. Just one bit. – Agora eu estava com um olho fechado e o outro aberto, com a minha mão a frente do meu rosto com os dedos indicador e polegar paralelos e estes paralelos ao chão, enquanto os outros estavam fechados, basicamente o sinal que o Prof. Raimundo fazia quando falava do seu salário.

Ela me olhou estranho mais uma vez (ou simplesmente continuou a me olhar estranho) e foi lentamente girando a cabeça para o lado enquanto continuava com os olhos fixos em mim e mais lentamente ainda me entregava o mapa, em uma postura claramente desconfiada. Como tudo o que ela fazia era lentamente, eu também fui movendo a minha mão lentamente de encontro ao mapa até alcança-lo, mas só até ela o soltar, pois depois disso eu rapidamente abri e ergui o mapa, ficando este entre eu e ela. Mostrei para o meu tio onde estávamos e o caminho que deveríamos seguir para chegar ao ponto de encontro com o grupo antes de voltarmos. Quando fechei o mapa vi um homem ao lado da mulher que havia me emprestado o mapa, supus que seria o marido dela, e devolvi o mapa.

– Thank you. – eu disse.

– Thank you. – ele respondeu, o que me fez imaginar que a mulher nem tinha ideia do que eu estava falando quando pedi.

Sim amigos, lá tem cerveja Duff!!! Se eu bebesse eu iria provar.

Enquanto voltava para Bolonha eu pude ver que a bateria do iPhone realmente é muito boa, pois ela aguentou tranquilamente um dia inteiro tirando fotos. Nessa viagem não precisei de mais nada, apenas com ele conseguia fazer tudo o que eu precisaria de uma câmera, um notebook e mais alguns programas para fazer.

Ao chegar no hotel decidi que queria comer uma pizza, pois eu devia saciar logo aquela curiosidade, misturada com vontade, de provar uma pizza italiana, mas meu tio queria voltar ao mesmo restaurante do dia anterior. Era então chegada a hora de convencer algumas pessoas a irem comigo, caso isso não desse certo eu iria sozinho, mas não estava disposto a fazer isso, grande parte da graça dessas experiências está em compartilhá-las. Consegui convencer dois casais a irem comigo, depois descobri que eles eram daqui de Goiânia também, o que ajudou nas conversas.

Acreditem, essa foto foi tirada às 21hs. Lá o horário de verão realmente faz diferença.

Fomos em uma pizzaria que era bem básica, ficava em uma galeria ao lado do hotel, tudo muito simples. Quando a pizza chegou comemos e ela estava perfeita, a massa não era grossa demais a ponto de ficar mole, mas também não era muito fina a ponto de se quebrar quando mordida, tinha a espessura exata para ficar crocante no ponto certo. Outra coisa que reparei foi que os italianos pedem uma pizza por pessoa e não é pizza pequena, é pizza do mesmo tamanho que as grandes daqui, talvez por isso a garçonete achou estranho nos sentarmos em cinco em pedirmos somente uma pizza.

Galera da pizza.

Saindo da pizzaria passamos ainda numa sorveteria para tomar o famoso gelato, pedi um cone com menta e Nutella, imagino que por Nutella ter sido inventada na Itália é encontrada em qualquer canto. A sobremesa foi só pra fechar o dia que já havia sido ótimo mesmo, pois aquele gelato estava delicioso, como tudo o que eu comi na Itália.

Cheguei no hotel primeiro que meu tio e fui assistir TV, dessa vez arrisquei o canal alemão, onde estava passando notícias, e até que consegui entender grande parte das matérias, que basicamente falavam de uma bactéria que estava matando mais pessoas que o usual e sobre um vulcão que travou os voos no norte da Alemanha. Quando meu tio chegou ele disse que tentou passar o cartão e pagar a conta de todo mundo no restaurante para ficar com o dinheiro, já que ele não havia levado nem um centavo de Euro para lá, mas que o cartão não quis passar de jeito nenhum. Isso me lembrou da páscoa, quando eu perguntei onde ele iria fazer câmbio e ele disse que não levaria nada além do cartão internacional, perguntei novamente se ele tinha certeza que faria isso mesmo e não levaria nada em espécie, ele disse que tinha certeza sim, creio que naquele momento ele já havia se arrependido. Minha praga havia começado a fazer efeito. BWAHAHAHA!!!

Acreditem, esse post deu trabalho, mas finalmente o finalizei, mesmo com atrasos. Gostei de ter feito com muitas fotos, creio que os próximos serão assim também, a não ser que não tenham gostado. De qualquer maneira deixem comentários e avaliem os posts que usarei como base para melhorar os próximos.

Até a próxima. Foi tudo culpa da minha mãe. Tô puto demais com isso…

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Sobre Felipe Washington

Gott weiss Ich will kein Engel sein.
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4 respostas para Europa – Dia 2

  1. Envy disse:

    Caaaaara… perdeu de experimentar cerveja DUFF … putz… mesmo que voce não costumasse beber, não custava nada provar (sim…alguns euros…jeito de falar) .. what a noob.
    Detalhe do post: sua abordagem na turista indiana com o mapa… que ‘LOL’ vei…. sem noçao, quase um assalto. Ela deve ter falado com o provavel marido: “inda bem que voce chegou…senao aquele pivete tinha levado meu mapa”.

    • Cara, me arrependi de não ter comprado uma Duff pra colocar aqui em casa de recordação…
      E sobre a abordagem pelo mapa, você fala isso porque não vui a cara dela… Quero pesquisar mais sobre a cultura indiana pra ver se fiz alguma merda, porque ela aparentava não estar entendendo nada ou ter ficado muito assustada mesmo.

  2. Camila disse:

    Elaiaa.. são 4 e meia da manhã.. acabei de chegar da balada.. vi que vc tinha atualizado e comecei a ler.. estou pasma.. com a sua assanhadeza auahuhaa.. e agora estou com mais fome que estava antes de ler seu post.. depois de ver as guloseimas da itália.. hahahha.. até o proximo post.. ameiiii as fotos.. beijos

    • Tsc tsc tsc… Veio aqui só pra jogar na cara que tava numa balada…
      E olhei mesmo, as mulheres eram bonitas mesmo e pode ser apenas o efeito da novidade, como quando eu cheguei em Goiânia e quase bati meu carro umas duas vezes, mas o impacto que eu tove foi grande.

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